15/09/2011

Guerra dos Farrapos [Semana Farroupilha]

Ano 1835, o Brasil império sofria com varias rebeliões por todo o País. Mas apenas uma contada na Pedra das Mentiras!

A GUERRA DOS FARRAPOS

Não! A Guerra dos Farrapos não era por causa das roupas esfarrapadas, nem eram mendigos, a não ser que os estanceiros da época fossem pobres. Farrapos era designado aos homens que fossem rebeldes com o Governo, era um termo pejorativo na época.

No início de setembro de 1836 Antônio de Sousa Neto deslocou-se à região de Bagé, onde o imperial João da Silva Tavares, vindo do Uruguai, mantinha o desassossego entre os farroupilhas residentes.[15] A Primeira Brigada de Neto, com 400 homens atravessou o arroio Seival e encontrou as tropas de Silva Tavares (560 homens) sobre uma coxilha. Era a tarde de 10 de setembro de 1836 quando começou a batalha do Seival. Silva Tavares desceu a coxilha em desabalada carga. Neto ordenou também a carga de lança e espada, sem tiros. As forças se encontraram em sangrento combate. Silva Tavares fugiu e seus homens foram derrotados[5]. Os farrapos ficaram quase intactos, enquanto do outro lado havia 180 mortos, 63 feridos e 100 prisioneiros.

Inicialmente houve pequena vantagem das forças imperiais, mas o cavalo de Silva Tavares, com o freio rebentado na peleia, disparou em velocidade, causando a impressão de fuga, mesmo entre seus comandados.

Agora imaginem a cena, ou a desculpa esFARRAPADA, freio rebentado? (rilitros). Mal contada essa história só poderia ter sido inventada na Pedra das Mentiras. O cara sai em disparada rumo ao mato e foi só o freio do cavalo que rebentou. Dá serie “eu não fugi comandante, foi o freio que rebentou”.

Amanhã vou contar outros fatos da Guerra dos Farrapos, especialmente da Proclamação da Republica Rio-Grandense; Fiquem ligados.

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